2018 Ano de Defesa da Família contra a Ideologia de Gênero

O conceito de Ideologia de Gênero foi criado por sociólogos reunidos em uma conferência da ONU na cidade de Pequim, capital da República Popular da China, em 1995.

“Os defensores da ideologia de gênero afirmam que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, ou seja, seu próprio gênero ao longo da vida. Bom, isto não é verdade, pois nós nascemos sim com um gênero, e desde a gestação nós já podemos saber se uma pessoa é do sexo masculino ou feminino.

Atualmente, a ideologia de gênero está ganhando espaço no mundo, e até mesmo nas escolas está sendo ensinado sobre este tema.

Estudos indicam que a ideologia de gênero está causando conflito nas crianças, e isto está acontecendo justamente porque elas sabem qual sexo elas pertencem, porém a agenda LGBT global busca confundir as crianças e isto está fazendo com que elas questionem a sua identidade de gênero cada vez mais cedo, criando um problema que não existia até alguns anos atrás”. (http://www.noticiasdofim.org/entendendo-ideologia-de-genero)

Isto é um equívoco, pois vai contra as características biológicas do ser humano: homem e mulher, criados para se complementar e reproduzir.

No Dicionário Michaelis, vemos o significado de gênero como um “Agrupamento de indivíduos que possuem características comuns”.

A Bíblia Sagrada, a inerrante Palavra de Deus, afirma no livro de Gênesis capítulo primeiro, versículos 26 a 28: “Então Deus determinou: “Façamos o ser humano à nossa imagem, de acordo com a nossa semelhança. Dominem eles sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais e todas as feras da terra, e sobre todos os pequenos seres viventes que se movem rente ao chão!”

Deus, portanto, criou os seres humanos à sua imagem, à imagem de Deus os criou: macho e fêmea os criou.  Deus os abençoou e lhes ordenou: “Sede férteis e multiplicai-vos! Povoai e sujeitai toda a terra; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja sobre a terra!”.

Acerca deste assunto, o próprio Jesus Cristo, o filho de Deus, ao referir-se ao assunto, disse: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’? Mateus 19:4,5 (Nova Versão Internacional).

Estes textos bíblicos constituem-se numa afirmativa divina para estabelecer termos eternos e proteger o ser humano da influência diabólica que visa enfraquecer e aniquilar o projeto mais perfeito estabelecido pelo Senhor para os que vivem na terra: a família.

Não se trata de homofobia, mas simplesmente de acompanhar o que a natureza deixa bem claro: homem e mulher nascem diferentes porque tem funções diferentes. Se houvesse um só sexo a humanidade não existiria!

Além disso, segundo a bandeira defendida pela Ideologia do Gênero, qualquer prática sexual seria considerada aceitável, até mesmo a pedofilia e o incesto. Por isso, não existe outra forma de proteger a raça humana de sua degradação além de usar a fórmula feita pelo próprio Criador: “homem e mulher os criou”. Dois seres da mesma espécie diferentes em sua formação biológica, cognitiva e social, porém igualmente amados pelo Todo Poderoso que os desenhou com Suas Próprias Mãos.

“Os que lutam pela “Ideologia de Gênero”, dizem que “GÊNERO” é uma construção social, definida para cada indivíduo, sem levar em conta o sexo de nascença. Ou seja, o bebê é “NEUTRO” até ter consciência de sua própria identidade sexual e decidir se identificar como homem ou como mulher”.

Na Biologia, por sua vez, o homem tem aparelho reprodutor masculino e cromossomos XY, enquanto a mulher tem aparelho reprodutor feminino e cromossomos XX. Os cromossomos são compostos de DNA, que contém os genes, que transmitem características genéticas, pela procriação.

O Colegiado de Pediatras dos Estados Unidos (American Colege of Pediatricians) uma das associações médicas de pediatria mais influentes dos Estados Unidos publicou uma dura nota contra a teoria de gênero – também chamada de ideologia de gênero – como fundamento de políticas públicas. Essa Associação esta alertando educadores e legisladores a rejeitar todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto.

Médicos afirmam que, na infância, quando um menino quer se tornar menina há um “problema psicológico objetivo”. A seguir, leia a tradução na íntegra da Associação:

1 – A sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: “XY” e “XX” são marcadores genéticos saudáveis – e não marcadores genéticos de uma desordem. A norma da concepção humana é ser masculino ou feminino. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adrenal congênita, são todas desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são com razão reconhecidas como desordens da formação humana. Indivíduos que as portam não constituem um terceiro sexo.

2 – Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. O gênero (uma consciência e um senso de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, e não biologicamente objetivo. Ninguém nasce com a consciência de si como homem ou mulher: essa consciência se desenvolve com o tempo e, como todo processo de desenvolvimento, pode ser prejudicada por percepções subjetivas da criança, relacionamentos e experiências adversas desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentissem do sexo oposto” ou “nem masculinas nem femininas, algo entre os dois” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem, biologicamente, homens e mulheres.

3 – A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma. Essas crianças sofrem de disforia de gênero, formalmente conhecida como transtorno de identidade de gênero, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association. A psicodinâmica e as teorias de aprendizagem social dessa desordem nunca foram refutadas.

4 – A puberdade não é uma doença e a injeção de hormônios bloqueadores da puberdade pode ser perigosa. Reversíveis ou não, hormônios bloqueadores de puberdade induzem um estado de enfermidade – a ausência de puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança anteriormente saudável biologicamente.

5 – Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico, 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com seu gênero aceitam o seu sexo biológico naturalmente ao passar pela puberdade.

6 – Crianças que usam bloqueadores de puberdade para personificar o sexo oposto precisarão de hormônios do sexo oposto no final da adolescência. Esses hormônios estão associados com graves riscos para a saúde, incluindo pressão alta, coágulos sanguíneos, AVC e câncer, mas não se limitando a isso.

7 – As taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e passam por cirurgias de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que é um dos países de maior ação afirmativa LGBT. Que pessoa razoável e compassiva condenaria crianças a esse destino, sabendo que depois da puberdade 88% das meninas e 98% dos meninos aceitarão o seu sexo real e terão saúde física e mental?

8 – Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil. Apoiar a discordância de gênero como normal através da educação pública e de políticas legais confundirá as crianças e os pais, levando mais crianças a procurar “clínicas de gênero”, onde tomarão drogas bloqueadoras da puberdade. Por sua vez, isso garantirá que elas “escolherão” uma vida toda de hormônios cancerígenos e tóxicos e provavelmente considerarão passar por uma mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo ao chegar à vida adulta”.

Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby, “A Ideologia de Gênero é a mais radical rebelião contra Deus que é possível: o ser humano não aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: ‘Eu decido! Esta é a minha liberdade!’ — contra a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a Ciência! É a perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a família e a nação. É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Gênero pode capturar o senso-comum e tornar-se uma ideologia dominante do nosso tempo”.

Rejeitemos pois, de maneira ordeira e legal, mas com firmeza, essa diabólica agenda da Ideologia de Gênero, que incentiva a perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição contra ela, a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos e a extinção da própria instituição familiar, célula mater da sociedade.

Vamos investir mais na formação bíblica de nossas crianças, principalmente através de uma Escola Bíblica Dominical com mais qualidade, pois nossos filhos estão expostos aos ensinos dessa ideologia que tem como principal objetivo a desconstrução e destruição da família.

Precisamos orientar e preparar os pais e os educadores cristãos, através do ensino da Palavra de Deus, para o enfrentamento dessa agenda liberal de destruição da família.

Conclamamos a todos os obreiros, membros e congregados da IEADC, para que neste ano de 2018,  a nossa Igreja seja um Centro de Proteção e Preservação da família natural criada por Deus.

 

Pastor WAGNER TADEU DOS SANTOS GABY
Presidente da IEADC

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